Como organizar entregadores próprios sem dor de cabeça

Primeiro: faz sentido ter entregador próprio?

Depende da densidade. Em região onde seus pedidos se concentram em poucos bairros próximos, entregador próprio costuma sair mais barato que a taxa por entrega do app. Em área espalhada, o terceirizado divide melhor o custo. O ponto de virada é a média de pedidos por rota.

O cadastro que evita discussão no fim do dia

  • Identificação: cada entregador cadastrado com nome, telefone e documento, para o pedido ficar ligado a quem levou.
  • Acesso próprio: código da loja e credencial individual para o entregador entrar e ver só os pedidos dele.
  • Área de cobertura: defina bairros e faixas de distância com prazo e taxa diferentes por região.
  • Valor por entrega: registrado no sistema. Nada de contar de cabeça no sábado à noite.

Rota agrupada: o ganho que ninguém vê

Dois pedidos do mesmo bairro na mesma saída economizam uma viagem inteira. Em noite movimentada, agrupar rotas reduz o tempo médio de entrega e libera o entregador mais rápido — o que aumenta o número de entregas por hora sem contratar mais gente.

Tempo de entrega é a métrica que mais importa

Prometer 30 minutos e entregar em 45 irrita mais do que prometer 45 e entregar em 40. Com tempo de preparo registrado, a estimativa mostrada ao cliente deixa de ser chute e a reclamação por atraso cai.

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